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15 de jan. de 2011

Cem cães são resgatados de áreas atingidas em Teresópolis

Cem cães foram resgatados pelas equipes da Comissão Especial de Proteção Animal da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e voluntários. Os animais estavam em situação de risco e abandono por causa das chuvas em Teresópolis. Muitos estão gravemente feridos, de acordo com o coordenador da Comissão, Fabiano Jacob.

Segundo o coordenador, um dos cães estava muito debilitado, há dois dias ele estava cavando a terra no local onde o tutor morreu soterrado.

Os cachorros foram levados para um galpão no bairro Melbon que está servindo como abrigo. Ontem, uma equipe foi a Petrópolis para dar início ao resgate de mais animais.

Nesta sexta-feira, equipes da Comissão de Meio Ambiente e da Comissão Especial de Proteção Animal foram até Teresópolis para oferecer ajuda. A veterinária Andrea Lambert, que integra o grupo, conta que eles vão tentar percorrer os bairros para fazer resgates e buscar um galpão para levar os animais.

“A situação é grave. Soubemos que há 26 cachorros isolados numa igreja no bairro da Barra, vamos tentar ir lá salvá-los – conta Andrea, que ajudou no resgate de animais na tragédia do Morro do Bumba, em Niterói, em abril do ano passado.”.

De acordo com os protetores, o abrigo da ONG Combina, que fica em Nova Friburgo e tem cerca de 400 cães, foi totalmente devastado. E, por causa dos problemas de comunicação, ainda não se sabe quantos animais morreram. O problema também se repete no Abrigo da Serra, em Teresópolis, que ficou inundado. Na internet, foi lançado um apelo para doações de rações, casinhas, dinheiro e ajuda de veterinários voluntários.

Em Niterói, a veterinária Kenell Vip, na Rua Gavião Peixoto 31, Icaraí, está desde ontem recolhendo doações de rações, medicamentos e insumos médicos para serem entregues para o Abrigo da Serra.

” Nossos clientes estão ajudando bastante até agora recebemos 18 quilos de ração. Fora os alimento não perecíveis e materiais de limpeza que serão doados para as pessoas – disse a recepcionista Andrea da Silva Conceição.”.

Fonte: Anda

27 de jul. de 2010

Os cem lugares que devem desaparecer em breve


A revista Newsweek produziu um especial com os cem lugares que estão ameaçados por fortes problemas ambientais, catástrofes climáticas ou mesmo pela presença e ação do homem. Se os cientistas estiverem certos esses locais podem desaparecer ou sofrer mudanças radicais por causa do aquecimento global.

“Seja qual for sua visão de políticas públicas que cercam o tema, este trabalho mostra o que está em risco se formos complacentes face à rápida mudança do clima”, diz a revista.

Na internet foi disponibilizado um mapa, no qual você escolhe a região do mundo e vê os lugares que estão sobre alerta. Entre eles dois são no Brasil.

O primeiro brasileiro que aparece, em terceiro lugar do ranking, é Recife, em Pernambuco. A revista afirma que a cidade é altamente vulnerável a aumentos do nível do mar, furacões e tempestades. Além disso, a degradação de seus bancos de coral também pode expor a cidade a inundações.

A Floresta Amazônica também surgiu entre os ameaçados, ela cobre cerca de 550 milhões de metros quadrados de nove países e tem 20% de todas as espécies animais e vegetais do mundo. E pelo menos um terço dela poderá ter desaparecido até a metade do século.

O alerta foi dado, e não foi agora pela revista e sim há muito tempo, mas ainda temos chances de mudar essa situação. Para fazer é só querer. Até mesmo o Rei do Pop em um de seus ensaios para a turnê que não aconteceu falou "A mensagem é: cuidem do planeta. Temos quatro anos para repararmos nossos erros. Depois disso os danos serão irreversíveis", pelo que ele disse ainda temos algum tempo, mas é pouco então temos que começar a agir logo!

Fonte: http://www.newsweek.com/feature/2010/100-places-to-remember.html

20 de jun. de 2010

Falta de responsabilidade faz o RJ perder pelo menos quatro Maracanãs



Soltar balões é crime, como todos sabem. Mas a falta de responsabilidade de alguns fez o Rio de Janeiro perder pelo menos quatro estádios do Maracanã de área verde. Segundo os bombeiros do quartel do Humaitá, o fogo no Morro dos Cabritos pode ter começado após a queda de um balão. O incêndio começou por volta das 22h de sábado, 19 de junho, e quase 24h depois ainda pode existir brasas.


No domingo de manhã depois de achar que tudo havia sido controlado os bombeiros tiveram que retornar rapidamente. Um deles explicou que possivelmente havia brasas no alto do morro e que o vento facilitou a combustão. Dois helicópteros que estavam trabalhando no local buscavam água na lagoa Rodrigo de Freitas na tentativa de controlar o fogo.


O Morro dos Cabritos fica na Zona Sul carioca, entre a Lagoa Rodrigo de Freitas e Copacabana. Com medo que o incêndio pudesse chegar as casas moradores chegaram a deixar seus imóveis. O trânsito na região da encosta ficou congestionado por boa parte da madrugada. O fogo foi visto por diversos bairros, como Jardim Botânico, Gávea, Ipanema, Humaitá e Lagoa.


De acordo com Eduardo Paes, Prefeito do Rio, um plano de emergencial de reflorestamento será posto em prática o mais rápido possível. Ainda segundo ele, os locais mais atingidos foram Morro dos Cabritos, Ladeira do Sacopã e o Corto do Cantagalo.

Ninguém ficou ferido e as chamas não chegaram as casas. Mas, e os animais que viviam por ali já com seu habitat super reduzido? Morreram de forma cruel ou fugiram, mas fugiram para onde? Um balão pode ser bonito, mas esses segundos de beleza estragam a vida de milhares, nesse caso de animais.

Não só os balões, também as fogueiras feitas na mata, cigarros jogados acessos em áreas verdes, entre tantas coisas que as pessoas fazem sem pensar e acabam tirando a vida de seres que já não tem mais para onde ir. Só possuem essas poucas áreas verdes que sobraram, vamos preservar o que resta da natureza, não só no Rio como em todos os lugares.


Fonte: Globo.com

16 de jun. de 2010

EUA vai começar a usar energias limpas

Barack Obama disse ontem, em discurso transmitido por cadeia nacional de TV, do Salão Oval da Casa Branca, o primeiro do tipo em seu governo, sobre o petróleo que jorra sem parar nas profundezas do Golfo do México, desde o dia 20 de abril. “A tragédia em curso na nossa costa é uma dolorosa e poderosa lembrança de que a hora de abraçar um futuro de energia limpa é agora. Este é o momento desta geração embarcar numa missão nacional de inovação e tomar o controle de nosso destino"

No pronunciamento, Obama lembrou que os EUA consomem 20% do petróleo extraído das entranhas do planeta, apesar de contarem com apenas 2% das reservas. Segundo ele, durante anos se falou sobre a necessidade do país abortar o seu "vício" em combustíveis fósseis sem que o assunto fosse tratado com a "urgência necessária", não apenas por causa da atuação dos lobistas da indústria petrolífera, mas por falta de "vontade política".

Ele reiterou que a limpeza da matriz energética americana não vai acontecer de uma hora para a outra, mas que os americanos precisam se mobilizar para que ela aconteça. Destacou que os primeiros passos estão sendo dados, como a busca dos consumidores por carros mais eficientes, a reabertura de fábricas para a produção de turbinas de vento, o aumento na instalação de painéis solares por pequenos negócios e uma maior consciência da população sobre conservação de energia.

Reconheceu também que tal transição terá um custo, que alguns acham muito elevado em um momento de crise econômica como o atual. Mas rebateu "Não podemos é arcar com os custos de não mudar a forma como produzimos e usamos energia, pois os custos de longo prazo para nossa economia, segurança nacional e meio ambiente serão muito maiores".

Obrigada pela sua visita